Regressa sem começar tudo de novo

Quando reparares que te afastaste, não reinicies a oração. Dá um nome breve à distração e continua. Recomeçar sempre transforma facilmente a oração num teste.

Uma frase pode ajudar: Deus, aqui estou outra vez. Não é uma fórmula, apenas um caminho familiar de regresso.

Deixa a distração mostrar o que precisa de oração

Alguns pensamentos são aleatórios. Outros regressam porque trazem responsabilidade, medo, zanga ou desejo. Se o mesmo assunto aparecer várias vezes, leva-o diretamente a Deus.

Diz por que razão essa reunião, pessoa ou decisão ocupa a tua mente. A distração torna-se matéria de oração em vez de acusação.

Mantém um pequeno papel ao lado

Escreve duas ou três palavras quando surgir uma responsabilidade real e regressa logo. Não cries uma lista de tarefas inteira durante a oração.

No fim, verifica se a nota ainda importa. A mente sabe assim que a responsabilidade não se vai perder.

Usa a Escritura como apoio para a atenção

Abre um salmo curto, uma oração de Paulo ou um parágrafo do Evangelho. Lê uma linha e responde com palavras tuas. Depois passa à seguinte.

Quando estás cansado, o texto dá direção sem exigir um discurso longo ou um estado de espírito especial.

Torna visível o limite do telemóvel

Pousa-o com o ecrã para baixo e fora do alcance. Se lês a Bíblia nele, abre primeiro a passagem, ativa um modo de concentração e não mudes de aplicação durante a oração.

Dez minutos claros são muitas vezes melhores do que uma hora ambiciosa que nunca começa.

Seis minutos para um dia disperso

Usa um minuto para chegar, dois para ler, dois para responder a Deus e um para nomear o próximo passo fiel.

A prática resulta quando regressas, não quando nunca te distrais. A atenção cresce através de pequenos regressos e a oração continua a ser, antes de tudo, relação.

  • Um minuto para chegar.
  • Dois minutos para ler.
  • Dois minutos para responder.
  • Um minuto para escolher o passo seguinte.

Fontes e leituras